Sobre

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Meu primeiro contato com podcasts foi em 2012. Na época de lançamento do filme Batman Dark Knight Rises conheci programas como Jovem Nerd, RapaduraCast, B9 e Anticast. O que mais me atraiu nesse tipo de mídia era o quanto eu aprendia a cada episódio. O tempo passou e a política começou a se tornar um assunto muito comentado em todo lugar. As pessoas só falavam disso e sempre com um viés mais progressista. Lembro-me como se fosse ontem quando o Anticast lançou um episódio denunciando o  “Machismo no meio Nerd” acusando todos os podcasts de machistas por não possuirem participantes mulheres em seus programas e sobre como elas eram oprimidas e desrespeitadas nos mesmos. Inicialmente, até aderi ao discurso, mas de repente papo de homem passou a ser algo mal visto e todo o conteúdo ao qual eu consumia se rendeu a um discurso que visava agradar uma galera que orbita trending topics no Twitter.

Tudo ficou muito chato e era evidente a forçação de barra. Me afastei da mídia até 2016, quando conheci um programa chamado Podcast Saco Cheio. Minha primeira impressão foi: “caramba ele fala mal de mulher” e aquilo abriu a minha mente para uma perspectiva diferente. Outra característica interessante é que inspirados pelo Jovem Nerd, todos os outros podcasts possuíam pelo menos três participantes por programa, ao qual pelo menos um deles era “especialista no assunto”. Só que esse Podcast Saco Cheio dizia-se ignorante, sem entender nada de nada. Era apenas um cara, expondo suas ideias sem nenhum embasamento teórico e vi muito mais sinceridade e honestidade nisso.

Na época eu estava iniciando um podcast de storytelling chamado “Experimentos Sonoros”. Ele me permitia fazer algo que adoro: contar histórias cinemáticas. Dava muito trabalho para pouco retorno, prevendo um belíssimo fracasso decidi abandonar o programa e tentar algo mais simples, direto e honesto. “Só ligar o microfone e falar”. Decidi descer da superfície para o Esgoto.

Era pra ser TODO DIA!

Inspirado por programas como Saco Cheio Podcast, Sociedade Primitiva e Cagando & Andando criei o Todo Dia Podcast. A ideia inicial era “fazer o podcast que eu queria ouvir”. Criar um conteúdo voltado para o público masculino e resgatar aquele “papo de homem” sem auto depreciação. Algo simples, honesto e sincero. Ver a vida como uma comédia e tentar inspirar algum tipo de busca por um propósito. Todo Dia acontece alguma coisa com alguém, então os títulos seriam “Todo Dia” + algum fato, sentimento ou ação. E o que era para ser um podcast solo, passou a ser um espaço para “tipos de pessoas”. Sem julgamentos. Uma coisa é você estudar sobre X e porque X é X via terceiros. Outra coisa é você ouvir do próprio X como é ser X e eu acho isso muito mais interessante.

Olá ouvinte do Todo Dia Podcast, tudo bem com você meu caro ouvinte?

Wiltinho, Wiltão, Wiltoso

Em 2020, lancei o site oficial do Todo Dia Podcast. Aqui pretendo reunir todo o conteúdo produzido por mim de forma gratuita. Deixo aberto também um espaço para participação/interação dos ouvintes. Quero defender a total liberdade de expressão, algo muito restrito nas plataformas de divulgação que utilizo. Esporadicamente colocarei alguns conteúdos especiais à venda para manter o site. Serão programas especiais, conteúdos extras ou coletânias de arquivos. Fora isso, todo acesso ao conteúdo é irrestrito. O conteúdo presente pode ser divulgado ou reproduzido em outros lugares desde que haja uma devida referência à fonte. Por tratar-se de um programa de humor, o material pode ser considerado ofensivo para algumas pessoas. Logo, antes de tomar ações jurídicas peço encarecidamente que entre em contato diretamente para esclarecimentos mais específicos. O conteúdo divulgado não objetiva apoiar nenhum tipo de discurso de ódio, racismo, sexismo ou xenofobia. Todos os temas são tratados apenas para fins didáticos e humorísticos. No mais, espero poder fazer companhia para os meus ouvintes através desta mídia. 

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